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Sem acordo, delegados de polícia decidem pela greve

Não houve acordo e o governo sequer encaminhou o projeto de reestruturação da polícia Civil para a Assembleia Legislativa”, disse a presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Adpesp), Marilda Pansonato Pinheiro, ao justificar a posição de greve.
O projeto da polícia entregue ao governo reivindica “condições para uma prestação de serviço de melhor qualidade para a sociedade”, informou a presidente da associação.
No último dia 10, a categoria havia estabelecido um prazo de dez dias, a partir de então, para o governo sancioná-lo. Como o prazo se esgotou no último sábado, 20, sem nenhuma posição oficial, os delegados de polícia decidiram entrar em greve.
Hoje, às 11 horas, na capital (sede da Adpesp, à av. Ipiranga, 919, 10º andar), Marilda Pinheiro concede entrevista coletiva emergencial à Imprensa para divulgar os detalhes da greve dos delegados da polícia paulista. Na ocasião, serão apresentados os principais pontos do projeto que propõe a criação da “Nova Polícia Civil do Estado de São Paulo”, com base na reestruturação das carreiras policiais.

 

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