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Obra na Tiradentes, perto da Maria Esméria, precisa de mais dinheiro

no dia 06 de abril de 2021 às 09:38
- Trecho ainda sem os gabiões (foto: Emerson Secco)

A retomada da obra de colocação de gabiões (pedras presas em gaiolas de tela) para a proteção do talude do córrego Campestre, no trecho entre as ruas Maria Esméria e Pernambuco, depende do pagamento de um aditivo no contrato com a Caixa, de R$ 400 mil. A informação foi passada ontem ao Debate pelo secretário de obras da Prefeitura, Olivaldo Peron.

A obra está paralisada há mais de um mês, mas, segundo Peron, o que estava contratado foi finalizado, porém, o contrato não contemplava a colocação de gabiões em um trecho e nem a pavimentação um lado da avenida Tiradentes. De um dos lados do Campestre, a rua precisa ser aberta, do outro tem asfalto, mas o pavimento terá de ser refeito pois está muito esburacado.

Gabião torto

Há alguns dias, o prefeito dr. João Pandolfi postou um vídeo nas redes sociais mostrando que o lado do gabião colocado pelo governo anterior estava torno, enquanto o feito na sua gestão estava alinhado. O Debate questionou Peron se a empresa seria notificada para corrigir o alinhamento. Ele disse que não há necessidade, porém, criticou a falta de fiscalização da Prefeitura, que deveria, na época da execução, exigir que fosse feito corretamente. Segundo Peron, a empresa responsável pela obra terceirizou o serviço. No entanto, apesar de feio do posto de vista estético, o problema não compromete o objetivo do gabião que é proteger o talude e permitir o asfaltamento seguro.

A Construpesa Construtora Ltda., de Lins, foi contratada pela Prefeitura no ano passado para realizar obras no valor de R$ 4.448.082,43. Desse montante, R$ 4.225.678,30 referem-se a financiamento obtido pelo município junto à Caixa Econômica Federal e R$ 222.404,13 são a contrapartida. Matéria completa na edição impressa.

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