publicidade

Geral

Câmara aprova R$ 7 milhões em créditos, metade para a malha viária

no dia 22 de julho de 2021 às 10:18
- Sessão extraordinária realizada remota na segunda-feira (foto: Reprodução TV Câmara)

Na segunda-feira, em sessão extraordinária remota, a Câmara aprovou todos os 12 projetos apresentados pelo Executivo. Entre eles, o pedido de autorização para pagar um subsídio de R$ 50 mil mensais (por 6 meses) à concessionária do transporte coletivo. A medida é resultante de um acordo firmado com a Prefeitura para que não haja reajuste na tarifa.

Os outros 11 projetos referiam-se a pedidos de abertura de créditos adicionais no orçamento do município, entre eles, R$ 3,750 milhões destinados à contratação de serviços para recapeamento asfáltico, tapa-buracos e sinalização.

Havia, também, 2 projetos relacionados à Santa Casa: um de R$ 288 mil, outro de R$ 480 mil e um terceiro de R$ 240 mil destinados à manutenção de leitos de UTI-Covid. Também foram aprovados créditos de R$ 400 mil e R$ 600 mil relacionados à custeio da saúde, além de R$ 373 mil destinados à manutenção da Secretaria de Desenvolvimento Sustentado e Relações Institucionais.

Parecer contrário derrubado

O projeto dos R$ 3,750 milhões para recapeamento asfáltico recebeu parecer contrário da Comissão de Urbanismo, Obras e Serviços Públicos. Os vereadores Álvaro Paulozzi e Édson Gabriel votaram contra o projeto argumentando que o mesmo deveria especificar as ruas que receberão as melhorias. Perin, que também é da comissão, e líder do governo, votou favorável.

O parecer contrário foi levado ao plenário e derrubado, assim, o projeto prosperou para votação e foi aprovado por unanimidade, inclusive com os votos favoráveis dos vereadores Álvaro e Édson.

O projeto de repasse de subsídio para o transporte coletivo – R$ 600 mil em 6 parcelas de R$ 50 mil – recebeu apenas um voto contrário.

O vereador Álvaro Paulozzi justificou que não sentiu segurança jurídica para votar. Ele disse ter apurado que o Tribunal de Contas fez apontamentos de irregularidades à Prefeitura quanto ao tempo do contrato e sugeriu que se fizesse nova licitação. Esse contrato, lembrou o vereador, foi firmado no governo do ex-prefeito Casadei e depois aditado por mais dez anos.

 

 

© Copyright 2021 - Jornal Debate