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Golpes virtuais causam prejuízo de quase R$ 35 mil a duas mulheres. Uma delas repassou Pix de R$ 23,9 mil a um homem que se apresentou como militar que trabalhava no exterior

no dia 03 de outubro de 2026 às 12:22

Duas mulheres procuraram o plantão da Central da Polícia Judiciária (CPJ), na quinta-feira, 30, para registrar boletins de ocorrência (B.O.) depois de serem vítimas de golpes virtuais. Juntas, as vítimas sofreram um prejuízo que ultrapassa R$ 34 mil. Os crimes ocorreram por meio de plataformas de vendas online, redes sociais e aplicativos de mensagens.

No primeiro caso, uma moradora da cidade relatou que foi vítima de um golpe ao demonstrar interesse em um anúncio postado em uma plataforma de vendas na internet. Conforme consta no registro policial, ela foi convencida a instalar um aplicativo em seu celular por um suposto representante da empresa. Após a instalação do software, os criminosos obtiveram acesso indevido à sua conta bancária e realizaram um empréstimo no valor de R$ 11 mil. A vítima foi orientada pela Polícia a contatar a instituição financeira para contestar as operações e solicitar as medidas cabíveis para tentar reaver o dinheiro.

Golpe do falso militar No segundo registro, outra mulher caiu no chamado "golpe do falso militar". De acordo com o boletim de ocorrência (B.O.), o criminoso iniciou o contato por meio das redes sociais e aplicativo de mensagens, apresentando-se como um militar que trabalhava no exterior. Durante a conversa, uma segunda pessoa se identificou como representante aduaneiro (é um interveniente do comércio exterior) e solicitou pagamentos para a suposta liberação de objetos apreendidos. Acreditando na história, a vítima realizou diversas transferências via Pix, totalizando aproximadamente R$ 23,9 mil. Após perceber o golpe, a mulher procurou a Polícia Civil e foi orientada a acionar a instituição financeira para bloquear as transações e tentar a recuperação dos valores.

 

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