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Definitivamente, o mato tomou conta da cidade. É difícil encontrar um quarteirão inteiro sem trechos de calçada, guias e sarjetas e até mesmo pavimento, especialmente os de paralelepípedo, tomados pelo mato. Há dois anos, o uso de veneno está proibido e segundo a secretária municipal de Obras, Valentina de Lorenzo, a medida criou mais um complicador para a Prefeitura, pois exige mais mão de obra, além do que, depois de roçado, o mato cresce rápido.
A proliferação do mato acabou dando oportunidade ao analista de RH Juliano César, que está desempregado há um ano e dois meses. “Tenho mandado currículo para várias empresas, falam que é bom, mas não me chamam para trabalhar. Não dá para ficar parado, por isso comecei a fazer esse serviço nas calçadas”, comentou. Juliano cobra em média R$ 35,00 para limpar a frente de uma casa com 10 metros.