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Receita municipal começa o ano em crescimento. Variação na comparação com janeiro de 2025 foi de 11,2%

no dia 07 de março de 2026 às 10:58
- Prefeitura Municipal de Lins nos altos da avenida Nicolau Zarvos (foto: Emerson Secco/arquivo)

O resultado da arrecadação municipal no primeiro mês de 2026 foi 11,2% superior ao mesmo período de 2025. É o que mostra o Demonstrativo de Receita x Despesas com Pessoal, divulgado pela Secretaria Municipal de Planejamento e Finanças.

O índice está ligeiramente superior ao crescimento anual de 2025, que ficou 10,7% acima de 2024.

Em janeiro, o destaque ficou para o ICMS que alcançou 18,6% acima do resultado de janeiro/25. Os repasses para a Prefeitura somaram R$ 9,185 milhões, ante R$ 7,741 milhões do ano anterior.

O Fundo de Participação dos Municípios (FPM) também teve crescimento expressivo, embora inferior: 12,7%. A Prefeitura recebeu R$ 7,023 milhões este ano ante R$ 6,225 de janeiro do ano passado.

Tradicionalmente uma das principais receitas de janeiro, o IPVA rendeu R$ 9,403 milhões à Prefeitura, 9% acima dos R$ 8,620 de 2025.

Embora com um valor nominal muito inferior, o ISSQN (imposto sobre serviços) apresenta o maio índice de crescimento entre os impostos, 33.9% -- de R$ 1,910 milhão para R$ 2,558 milhão.

Depois aparecem o IPTU e o ITBI com receitas inexpressivas e variações mínimas. O recebimento da dívida ativa deu salto de 222% em janeiro/26, passando de R$ 433 mil para R$ 1,397 milhões.

Depois aparecem dois itens que tiveram resultados negativos: os repasses para a saúde, com (-) 13,1% de variação, e “outras receitas...” com (-) 8,3%. Em valores nominais, a Prefeitura recebeu R$ 2,004 milhões em janeiro/26 (R$ 2,307 milhões, janeiro/25) e R$ 6,603 milhões (R$ 7,204 milhões), respectivamente.

Folha + encargos

O valor nominal da folha de pagamento + encargos sociais da Prefeitura ficou praticamente estável na comparação entre janeiro/25 (R$ 10,006 milhões) e 26 (R$ 10,305 milhões).

Porém, o índice de comprometimento das receitas com o pagamento de pessoal + encargos recuou de 30,0% em janeiro/25 para 28,0% em janeiro/26.

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