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Geral

Morador notificado joga entulho na rua e vizinhança convive com sujeira há duas semanas

no dia 19 de junho de 2026 às 15:44
Atualizada em 19 de junho de 2026 às 17:55
- Montanha de galhos e lixo depositada irregularmente na rua Rodrigues Alves ocupa vaga pública e preocupa vizinhos há duas semanas (Foto: Divulgação)

A falta de consciência cidadã volta a ser motivo de reclamação. Um exemplo recente acontece na rua Rodrigues Alves, no trecho entre as vias Dom Pedro II e Regente Feijó. Há duas semanas, um monte de galhos, folhas e lixo doméstico ocupa uma vaga de estacionamento público e parte da calçada, gerando indignação e preocupação entre os moradores da região.

De acordo com a apuração da reportagem, o morador do imóvel de onde saiu o material foi notificado pela Prefeitura para realizar a limpeza do terreno, que estava sujo e propiciava a proliferação de ratos, baratas e outros animais peçonhentos. No entanto, o morador executou o serviço de maneira incompleta e, em vez de destinar corretamente os resíduos, simplesmente os depositou na via pública.

A legislação municipal vigente estabelece que é de responsabilidade do proprietário ou morador dar o destino adequado aos resíduos, transportando-os até os pontos de descarte de galhos e folhas disponibilizados pela administração pública. O descarte irregular, como o registrado na Rodrigues Alves, configura infração e sujeita o infrator a multas.

Além da ocupação indevida do espaço público, a montanha de galhos secos e lixo acumulado representa riscos à saúde e à segurança da vizinhança. O material acumula água em dias de chuva, atrai vetores de doenças e, com o tempo seco, aumenta o perigo de incêndio – caso alguém passe pelo local e ateie fogo, as chamas podem se alastrar rapidamente.

Inconformados, os vizinhos esperam uma atitude enérgica do poder público. A reivindicação dos reclamantes é que a Prefeitura, que já cumpriu a primeira etapa ao notificar o responsável, agora aplique a multa prevista em lei. Caso o morador não remova o entulho em um prazo estipulado, a população cobra que a própria administração municipal faça a retirada e envie a cobrança dos custos ao proprietário.

Enquanto a solução não chega, os moradores seguem apreensivos, convivendo diariamente com a sujeira, o mau cheiro e o risco iminente de novos transtornos.

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