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Na segunda-feira, 20, a Cetesb deu início a operação de um sistema composto por 14 boias inteligentes no córrego do Esgotão, braço do rio Tietê, em Sabino. O projeto-piloto, que faz parte do Programa IntegraTietê, utiliza tecnologia baseada em ondas ultrassônicas para reduzir a proliferação de algas responsáveis pela chamada "nata verde" e ampliar o monitoramento da qualidade da água.
As boias emitem ondas de baixa potência, 24 horas por dia, em frequências específicas, que dificultam o desenvolvimento das algas ao impedir que elas permaneçam na superfície da água, onde recebem luz para realizar a fotossíntese. Sem essa condição, elas deixam de se desenvolver, afundam e se decompõem naturalmente, sem liberar toxinas e sem causar impactos à fauna, à flora ou às pessoas. O método dispensa o uso de produtos químicos.
Desenvolvida na Holanda e utilizada em cerca de 60 países, a tecnologia recebeu investimento de aproximadamente R$ 9 milhões para a implantação. Matéria completa na edição impressa.