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Comitiva linense ouviu no MEC que instalação do campus depende de prédio pronto e que curso superior de saúde terá de aguardar novas regras
A implantação do campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), em Lins, não será contemplada no próximo anúncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Já o projeto de faculdade de Medicina no Unisalesiano terá de recomeçar do zero, pois o governo federal extinguirá o decreto anterior e publicará uma nova regulamentação com indicativos técnicos regionais.
As informações foram repassadas à comitiva linense que foi a Brasília se reunir com integrantes do Ministério da Educação (MEC), na quarta-feira, 22. Participaram do encontro a ex-prefeita Valderez Moya; o vice-prefeito, dr. André; o presidente da Câmara, Tutty Pereira; o secretário municipal de desenvolvimento, Juliano Beltani; e o ex-vereador dr. André Martim. A agenda foi articulada pelo ex-vereador Américo Tabian com o ministro Paulo Teixeira.
Instituto Federal
Segundo Valderez, a comissão foi informada que Lins segue na lista de cidades prioritárias para receber uma unidade do IFSP. "Ficou claro que há vontade política do governo, demonstrada pelo ministro da educação, Leonardo Barchini, pelo deputado federal Paulo Teixeira e pelo reitor do IFSP, Silmário Batista", afirmou.
No entanto, a ex-prefeita explicou que o próximo pacote de anúncios do presidente Lula contemplará apenas municípios onde o prédio já esteja pronto em nome do governo federal ou da Prefeitura. "A Unimep não conseguiu ainda formalizar a permuta da dívida tributária da instituição com a União pelo campus Lins. O trabalho agora é acompanhar a Unimep nas tratativas com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional", acrescentou.
Faculdade de Medicina
Quanto ao curso de medicina no Unisalesiano, Valderez informou que o assunto foi tratado em outra reunião com o ministro da educação. Ele comunicou que o decreto anterior foi extinto e que um novo decreto está sendo elaborado, com base em indicativos técnicos regionais. "Realmente, não vai ter mais baseado no decreto anterior. Vai ter que aguardar sair esse novo decreto e vamos acompanhar", afirmou a ex-prefeita.